CHAMADA DE VOZ NO WHATSAPP

WhatsApp já permite chamadas por voz, mas ativação depende de ‘convite’

final de dezembro surgiram algumas informações relacionadas a uma atualização muito esperada por todoWhatsApp já permite chamadas por voz, mas ativação depende de 'convite's os usuários do WhatsApp: a possibilidade de realizar ligações pelo próprio aplicativo. Agora, os primeiros consumidores já estão recebendo a versão que traz essa opção, garantindo mais autonomia e menos dependência dos planos de voz com as operadoras.

A novidade está presente na versão 2.11.528 distribuída pelo Google Play e também na 2.11.531 que pode ser baixada pelo site oficial do WhatsApp, mas nem todos os usuários terão acesso a ela por enquanto. De acordo com algumas fontes internacionais, o recurso já está presente em quase todos os aparelhos, mas a liberação dela depende de um “convite especial”.

Habilitando o recurso secreto

Como revela o Android Police, a funcionalidade ficará bloqueada no seu celular até que outra pessoa realize uma ligação via WhatsApp para você. É dessa forma que o recurso vai sendo disponibilizado aos poucos, permitindo um maior controle por parte dos desenvolvedores para que não ocorram bugs generalizados. Se o contato não possuir suporte, uma mensagem de notificação é exibida para quem está fazendo a ligação.

É importante não confundir a opção com o botão antigo de ligações, que usava o próprio celular para as chamadas. Além de trazer um novo botão de chamadas de voz, a atualização também divide o WhatsApp em abas. Com isso, as conversas de texto ficam em uma aba específica, enquanto as chamadas de voz são enumeradas em outra, havendo também uma divisão para o acesso aos contatos.

Vale lembrar que, apesar de não haver qualquer influência nos pacotes de voz dos planos de celular, todas as ligações devem pesar bastante nos pacotes de dados — por isso é importante ficar muito atento aos limites da franquia contratada ou então realizar as ligações via WiFi. Será que a novidade vai ser suficiente para barrar os avanços de Viber e outros rivais do WhatsApp?

Importante: apesar de só termos notícias da novidade em aparelhos Android, é bem provável que os iPhones recebam o recurso nos próximos dias.

FONTE(S)]]Android Police (Rita El Khoury)
IMAGENS Android Police
VÍDEO youtube

ERIOSVALDO MEDEIROS VIAJA ATÉ EL SALVADOR – AMÉRICA CENTRAL

Sãovicentino representa Estado da Paraíba em evento internacional

O jovem do campo Eriosvaldo Pereira Medeiros, um dos beneficiários do Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase) no Assentamento Olho D’agua, em São Vicente do Seridó, nunca viajou para tão longe. Leia mais…

MUDANÇAS NA ESTRUTURA DO PODER LEGISLATIVO DE SOLEDADE-PB

Morte de vereador altera quadros na câmara de vereadores de Soledade-PB

MUDANÇAS

A partir do advento da morte do vereador Lourival Delfino (Louro), ex–presidente da câmara de vereadores e ex-prefeito interino de Soledade (PTB), que faleceu aos 67 anos na tarde desta terça-feira, 17 de fevereiro, muda-se algumas composições na câmara de vereadores de Soledade, a partir do ingresso do primeiro suplente, Hélio de Marcilio (PTB), que obteve 219 votos nas eleições de 2012.

Hélio é filho do ex-vereador e ex-presidente da câmara, Marcílio Marinheiro e já exerceu o por cerca de um ano o cargo de secretário de obras e serviços urbanos de Soledade.
Com esta mudança repentina, o radialista Júlio Cezar Garcia (PP) que havia obtido 197 votos, sobe a primeira suplência e o comandante da guarda municipal Hilário Martins (PMDB) que havia recebido 182 votos, ascende a segunda suplência do mandato vigente (2013 – 2016).
Os três políticos concorreram vagas à câmara de vereadores de Soledade pela Coligação pra Soledade Continuar Crescendo II que era composta pelos partidos (PP / PTB / PMDB). Foram eleitos, a vereadora Marina do PMDB e Louro do PTB, com 273 e 258 votos, respectivamente.
A composição da mesa diretora da casa Conselheiro Osório da Nóbrega em Soledade também será alterada, uma vez que o vereador Lourival Delfino da Cunha era o 1º secretário da mesa.
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Da Redação do Soledade Notícias

MORRE EM SOLEDADE O VEREADOR LOURO DELFINO

Morre aos 67 anos o vereador e ex-prefeito de Soledade, Lourival Delfino

O vereador Lourival Delfino (Louro), ex–presidente da câmara de vereadores e ex-prefeito interino de Soledade (PTB), faleceu aos 67 anos no hospital da FAP na cidade de Campina Grande na tarde desta terça-feira, 17 de fevereiro.

O vereador que havia se submetido a uma cirurgia de fígado recentemente, estava em casa e hoje sentiu-se mal, sendo levado ao Hospital da FAP, onde não resistiu e veio a óbito ainda há pouco.
O amigo da família e ex-prefeito de Soledade, Ivanildo Gouveia (PR) informou que conversou com a família, e que todos estão muito consternados, pois o vereador Louro como era chamado entre os amigos, era uma pessoa muito querida na cidade.
Segundo Ivanildo, o prefeito Zé Bento está se dirigindo a cidade de Campina Grande para dar apoio a família do parlamentar.
O velório para as moções póstumas ao político e amigo Lourival Delfino ocorrerá no rol da Igreja Verbo da Vida, na BR 230 em Soledade. O sepultamento certamente será no fim da tarde desta quarta-feira (amanhã), no cemitério de Soledade.
Veja notícias correlatas:
Na diplomação de seu último mandato de Vereador – fim do ano de 2012.
Louro na posse como presidente da Câmara em janeiro de 2013.
Em campanha política – eleições estaduais de 2014
No exercício do mandato de prefeito interino de Soledade – ano 2013.
 
Da Redação do Soledade Notícias
Foto: Elias Rodrigues

VAI VAI É CAMPEÃ DO CARNAVAL DE SÃO PAULO

Vai-Vai é eleita campeã do Carnaval 2015 em São Paulo

Do UOL, em São Paulo

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Apuração do desfile das escolas de samba de São Paulo 201526 fotos

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17.fev.2015 – O maestro João Carlos Martins acompanha a apuração da Vai-Vai Junior Lago/UOL

Com o enredo “Simplesmente Elis – A fábula de uma voz na transversal do tempo”, a escola prestou homenagem à cantora Elis Regina, a escola de samba Vai-Vai foi eleita campeã do Carnaval 2015 em São Paulo. O resultado foi revelado durante apuração das notas dos desfiles, realizada nesta terça-feira (17), no sambódromo do Anhembi, na capital paulista.

As escolas Tom Maior e Mancha Verde foram rebaixadas por terminarem nas duas últimas colocações.

Poderia ser só mais um desfile. Poderia ser só mais um enredo biográfico. Poderia ser um show de velhos sucessos da MPB… mas foi uma catarse coletiva. O desfile da Vai-Vai em homenagem à cantora Elis Regina, morta em 1982, certamente entra para a história do Sambódromo do Anhembi como um dos momentos mais emocionantes do Carnaval paulistano.

Raras vezes se viu cenário igual, com sambistas chorando durante boa parte do desfile – entre eles, a cantora Maria Rita, que conduziu o espetáculo como mestre de cerimônia da comissão de frente. Seus irmãos, Pedro Mariano e João Marcelo Bôscoli, também estavam lá, ao lado de outros artistas que foram importantes na vida de Elis. A participação do público contribuiu para conferir um caráter de celebração ao desfile da Saracura. Muito pela força do samba, um dos mais belos do ano, construído à base de uma costura de títulos, frases e citações de célebres sucessos da Pimentinha. O refrão, que resgata o canto de escravos presente na canção “Maria, Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brandt, se encarregou de levar o Anhembi ao delírio, do começo ao fim do desfile.
Na apoteose podiam-se ouvir gritos, justificados, de “é campeão, é campeão”. Com 85 anos de vida, a Vai-Vai tem 14 títulos. Curiosamente, o último campeonato foi conquistado em 2011, com o enredo “A música venceu”, em homenagem ao maestro João Carlos Martins. Mas o fato é que a escola entrou na avenida este ano sob o estigma do decepcionante desfile do ano passado, quando terminou em nono lugar e ameaçada pelo rebaixamento. Por conta desse fantasma, causou aflição o problema no eixo do carro abre-alas de 90 metros de comprimento, que quase pôs a perder um desfile histórico. Um desfile que era para ser “Simplesmente Elis”, mas foi “Simplesmente Vai-Vai”.

Apuração
No total, as agremiações foram avaliadas em nove quesitos, cada um avaliado por quatro jurados. A menor nota, que vai de oito a dez pontos, é sempre descartada. A ordem dos critérios de desempate neste ano foi evolução harmonia, enredo, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira, fantasia, bateria, samba-enredo e alegoria – o critério de desempate foi definido por sorteio feito pela Liga das Escolas de Samba de São Paulo e vale para os Grupos Especial e Acesso.

Como nos últimos anos, a apuração da escola campeã do Carnaval de São Paulo foi fechada para apenas dez representantes de cada agremiação, que acompanharam a leitura das notas no Anhembi. Dentre as favoritas ao título, estavam Gaviões da Fiel, Vai-Vai, Mocidade Alegre e Rosas de Ouro.

O desfile das campeãs, que reúne as cinco primeiras colocadas do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, acontece nesta sexta-feira.

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Vai-Vai101 fotos

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15.fev.2015 – Ana Hickmann usa vestido azul, como de uma bailarina, no desfile da Vai-Vai, que homenageia Elis Regina com o tema “Simplesmente Elis. A Fábula de uma Voz na Transversal do Tempo” Leia mais Junior Lago/UOL
Ficha Técnica: Vai-Vai
Fundação: 1 de janeiro de 1930
Cores oficiais: preto e branco
Presidente: Darly Silva (Neguitão)
Carnavalesco: Comissão de Carnaval
Enredo: “Simplesmente Elis – A fábula de uma voz na transversal do tempo”
Intérpretes: Márcio Alexandre e Gilsinho
Mestre de Bateria: Mestre Thadeu
Rainha de Bateria: Camila Silva
Mestre-sala e porta-bandeira: Pingo e Paulinha
Alas: 25
Componentes: 3.000

ADRIANO GALDINO É O NOVO PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA PARAÍBA

Depois de mais de 6 horas de sessão, ALPB elege presidente para 2015/2016. Deputado Adriano Galdino foi eleito presidente da casa. Eleição aconteceu após uma sessão preparatória tumultuada.

Deputado estadual Adriano Galdino (PSB) é eleito presidente da ALPB para o biênio 2015/2016 (Foto: Diogo Almeida / G1)Deputado estadual Adriano Galdino (PSB) é eleito presidente da ALPB (Foto: Diogo Almeida / G1)

Depois de uma sessão preparatória tumultada, o deputado estadual Adriano Galdino (PSB) foi eleito presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba na tarde deste domingo (1º). Ao todo, o deputado obteve 19 votos contra 17 para o deputado estadual Ricardo Marcelo.

Adriano Galdino (PSB) nasceu em Campina Grande no dia 21 de outubro. Engenheiro e advogado, foi vereador e depois prefeito do município de Pocinhos. Foi eleito deputado em 2010 e reeleito nas eleições de 2014. O deputado também ocupou a Secretaria de Estado de Governo e era o candidato do governador Ricardo Coutinho para a presidência da Casa de Epitácio Pessoa.

Em seu primeiro discurso, antes de dar posse à Mesa Diretora eleita com ele, Adriano Galdino considerou que sua eleição foi um processo doloroso, difícil, “mas sai vitorioso”. “A Assembleia agora tem um presidente genuinamente do povo”, declarou.

Eleição da Mesa Diretora da ALPB acontece através de votos com cédulas de papel (Foto: Diogo Almeida / G1)Eleição foi feita com urnas tradicionais e cédulas
de papel (Foto: Diogo Almeida / G1)

A chapa eleita com Galdino é composta pelos deputados João Henrique (vice presidente), Tião Gomes (2º vice-presidente), Anísio Maia (3º vice-presidente), Zé Paulo (4º vice-presidente), Nabor Wandeley (1º secretário), Caio Roberto (2º secretário), Jeová Campos (3º secretário), Buba Germano (4º secretário),  Doda de Tião (1º suplente), Galego Sousa (2º suplente), Inácio Falcão (3º suplente), Genival Matias (4º suplente).

A sessão de eleição da Mesa Diretora foi iniciada depois seis horas e meia do começo da sessão de posse dos 36 deputados, que aconteceu na manhã de domingo. A votação durou exatamente meia hora e a contagem dos votos, coordenada pelo deputado Manoel Ludgério (PSD) teve início às 16h30 (horário local), com o processo completo se encerrando às 16h36h (horário local).

Houve muito debate em torno do uso ou não do sistema eletrônico da casa, o que foi descartado porque o sistema foi danificado durante o processo de cadastro dos deputados novos para que estivessem aptos a usar o voto eletrônico. Com isso, o deputado Ricardo Marcelo chegou a anunciar que a eleição estava adiada para a segunda-feira (2), mas a decisão de realizar a eleição com cédulas de papel foi fruto de um acordo entre deputados membros das duas chapas candidatas.

Urna quebrada
Ricardo Marcelo apontou o deputado Tião Gomes (PSL) como responsável pelo problema que foi registrado no sistema. “Não quebrei o equipamento, apenas deliguei”, disse o deputado. “Essa eleição tinha tudo pra ser fraudada. Nenhum deputado foi chamado para acompanhar esse processo na urna”, justificou.

A possibilidade do uso da cédula de papel para eleição da mesa diretora já tinha motivado confusão na sessão preparatória para a eleição. Foi preciso convocar seguranças para controlar a situação porque houve confusão depois que o deputado Ricardo Marcelo rejeitou um requerimento apresentado pelo deputado Jeová Campos (PSB), que solicitava a votação manual. Ricardo Marcelo determinou que a votação acontecesse através do sistema eletrônico. Irritado com a decisão, Jeová chegou a dar um murro na mesa.

Com a decisão de realizar a eleição de forma eletrônica, foi estabelecido um intervalo, para que todos os deputados passassem pelo cadastro que habilita a votar utilizando o painel eletrônico. Foi durante esse processo de cadastramento que houve um dano ao sistema.

O deputado Adriano Galdino (PSB), que é candidato à presidência da ALPB, considerou um absurdo a suspensão da sessão. “A lei determina que a eleição aconteça no dia 1º de fevereiro, temos que respeitar o que prevê o regimento interno”, justifica. Ricardo Marcelo também é candidato à presidência da mesa.

Confiança questionada
Enquanto uma parte dos deputados defendia que o voto nas cédulas de papel fosse utilizado para garantir lisura ao processo, outra parte destacava que o Regimento Interno prevê o uso do sistema eletrônico. A discussão começou durante o intervalo de cerca de meia hora determinado após a solenidade de posse e continuou com o início da sessão preparatória para a eleição. Depois de cerca de 20 minutos de embate, a sessão foi suspensa para que o clima se acalmasse.

Veja a composição da Assembleia nesta legislatura.

Segundo o deputado João Gonçalves (PSD), a justiticativa apontada é que “não foi feita biometria dos deputados, o sistema não foi implantado, só é possível votar sim ou não”. Diante deste quadro, João Gonçalves avalia que não havia segurança para realizar a eleição através do painel eletrônico. Concordando com ele, o deputado Gervásio Maia (PMDB) acreditava que “os deputados deveriam ter feito uma espécie de vistoria no painel”.

Já o deputado Renato Gadelha (PSC) avalia que o voto através de cédulas de papel é um retrocesso. “Foi implantado um painel para dar segurança ao voto, não vamos aceitar esse retrocesso”, declarou. Quem também saiu em defesa do voto eletrônico foi o deputado Ricardo Marcelo (PEN), que defendeu que “o processo eletrônico foi instalado na Casa e já foram feitas várias votações”.

Um embate entre os deputados Ricardo Barbosa (PSB) e Trócolli Júnior (PMDB) esquentou ainda mais a sessão quando Trócolli declarou acreditar que “a bancada governista quer voto em cédula para marcação dos votos”. Em resposta, Barbosa chamou a declaração de irresponsável. Já o deputado João Henrique (DEM) defendeu uma terceira proposta: “voto aberto para solucionar o problema”.

Presidência da sessão
Outro ponto que precisava de definição antes da realização da sessão de eleição gerou descontentamento de parte dos deputados. O deputado Gervásio Maia (PMDB) se apresentou falando em nome de outros 20 deputados sugerindo que o deputado Ricardo Marcelo não presidisse a sessão de eleição, já que ele é candidato à função.

Concordando com Gervásio, Adriano Galdino (PSB), que também se apresenta como candidato à presidência da casa, destacou que a situação é semelhante ao presidente do TRE ser candidato numa eleição presidida por ele. Apesar desses questionamentos, o Ricardo Marcelo se manteve na presidência da sessão.

G1 PB

CÁSSIO É INDICADO PARA LIDERAR PSDB NO SENADO

Paraibano se torna líder do PSDB

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) foi escolhido, na tarde desta sexta-feira (30), líder da bancada do PSDB no Senado. O tucano terá a responsabilidade de liderar a bancada de alguns dos pesos-pesados da política nacional, como Aécio Neves, Álvaro Dias, Aloysio Nunes, José Serra e Tasso Jereissati (ao todo são 10 senadores) na chamada “oposição responsável” ao Governo Federal.

A indicação demonstra o poder de interlocução que Cássio estabeleceu entre os tucanos e a confiança do PSDB em delegar a ele a missão de vocalizar o posicionamento do maior partido da oposição em nível nacional.
A atividade exercida pelo líder é parte essencial do processo legislativo. Além de nortear a discussão e a votação de propostas, os líderes acumulam uma série de atribuições importantes, principalmente ligadas à articulação política e ao trabalho de unificação do discurso partidário.
Pelo Regimento Interno, cabe ao líder, durante as votações, expressar a opinião de quem ele representa: o partido, o bloco parlamentar, o governo ou a oposição. Ele também participa do colégio de líderes – órgão que, entre outras atribuições, define a pauta de votações do plenário. (O colegiado é formado pelos líderes da Maioria, da Minoria, dos partidos, dos blocos e do governo.)
No plenário, cabe ao líder orientar a bancada quanto ao voto; falar por sua bancada no período destinado às comunicações das lideranças; e inscrever integrantes da bancada no horário destinado às comunicações parlamentares.
O líder pode solicitar, ainda, a votação em globo de destaques; a dispensa da discussão de matérias que tenham parecer favorável de todas as comissões; o adiamento da discussão e da votação de um projeto. Também é função do líder registrar candidatos para concorrer a cargos da Mesa Diretora.
Enfim, trabalho não vai faltar e o novo líder tucano deu uma pequena amostra do papel da oposição: “Tudo o que foi prometido na campanha de Dilma está sendo feito ao contrário. Agora, nós enfrentamos um quadro extremamente preocupante de desgoverno. Um orgulho brasileiro, que é a Petrobras, está no fundo do poço, e não é poço de petróleo, é poço de lama. A economia está desacelerada. Os juros estão na estratosfera, enfrentamos a retirada de direitos trabalhistas e o aumento superior a 40% da energia elétrica, além das obras paralisadas”, apontou Cássio Cunha Lima.
Fonte: Do paraibaonline com Ascom
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