VIOLÊNCIA EM SOLEDADE

Soledade registra um assassinato, duas tentativas de homicídio e dois assaltos no mesmo dia

A cidade de Soledade registrou neste sábado (28) um assassinato, duas tentativas de homicídio e dois assaltos. Os crimes ocorreram no bairro São José e no centro da cidade.

Ao fim da tarde, o jovem Bruno Henrique, o “Bruninho”, de 18 anos, foi alvejado com 4 disparos de armas de fogo no centro da cidade por homens ainda não identificados. A vítima foi socorrida ao hospital da cidade e conduzido pelo SAMU 192 até o hospital de trauma em Campina Grande e não corre risco de morte.
Bruninho já tinha passagem pela polícia e havia sido preso em maio de 2014 pela Polícia Federal (PF) acusado de sequestro, juntamente com o suplente de vereador, Rostand Arruda (assassinado a tiros recentemente) e Flaviano, irmão do ex-prefeito, Flavinho Aureliano.
Assassinato e tentativa de homicídio no bairro do Alto São José 
Por volta das 22 horas, bandidos invadiram uma residência no bairro Alto São José, mataram um homem identificado como “Nildo”,  e atingiram um homem conhecido como “Assis da Capoeira”, que foi ferido com um tiro e foi socorrido também para o hospital de trauma de Campina Grande.
“Nildo” era o padastro de “Bruninho” e filho da evangélica dona Benedita conhecida como Bené.
Assalto no centro da cidade
Como se não bastasse tanta violência, a noite ainda registrou um assalto na cidade; as comerciárias “Wanderlúcia e Auricélia” foram assaltadas ao mesmo tempo e tiveram seus pertences roubados.
Incêndio na Delegacia
 
Todo o dia de violência se iniciou na madrugada de sábado quando a Delegacia da cidade foi alvo de incendiários e teve as portas incendiadas.
Da redação Soledade Notícias
Fotos: Divulgação

CONCURSO PARA JUIZ NA PARAÍBA

Desembargador anuncia edital de concurso para Juiz

Desembargador anuncia edital de concurso para Juiz

O desembargador e presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Marcos Cavalcanti de Albuquerque revelou nesta sexta-feira (27) que apesar do arrocho no orçamento da Justiça, será divulgado, nos próximos dias, um edital de concurso para 15 vagas de juiz de direito. O deficit, segundo o presidente, é de 60 vagas, mas diante das dificuldades financeiras do Estado que afetou o orçamento, as 15 vagas abertas vão ser de grande ajuda para o Estado.

“Tecnicamente temos 60 vagas onde não há juizes nas comarcas. No entanto, os mais próximos vão lá e conseguem cobrir aquela falta. São muitas metas a serem cumpridas e apesar das dificuldades a “engenharia da criativiade” faz com que a população seja atendida. Mas o sacrifício é grande. O edital só vai ter 15 vagas, mas se o orçamento permitir chamaremos mais”, explicou Marcos Cavalcanti.

O presidente do Tribunal de Justiça informou ainda que várias parcerias estão sendo firmadas com instituições de ensino para que a população seja assistida pela Justiça e que haja mais celeridade nos processos levando a paz para a sociedade, que segundo ele, é a missão da Justiça.

“Com o arrocho financeiro estamos administrando normalmente, fazendo os investimentos que o orçamento nos permite, mas temos utilizado muita criatividade para servir a população da melhor forma. Várias parcerias com instituições de ensino de direito tem nos auxiliado muito a um custo baixo ou zero. Isso agiliza a justiça e aprimora o serviço prestado à sociedade. Vamos tentar implantar uma resolução que está dando muito certo na qual não temos custos, é o Voluntário da Justiça que acompanha o juiz, o auxilia de forma voluntária, seu pagamento é o aprendizado e facilita o trabalho do jurista que precisaria de mais servidores a disposição, mas não temos orçamento para concurso de servidores então esta seria uma ação que nos ajudaria a prestar um serviço ainda melhor para a sociedade. Nossa missão é levar a paz e estamos fazendo isso, na medida do possível”, justificou o presidente.

Vanessa de Melo

PB Agora

MORRE “ZÉ BONITINHO”

Ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho, morre ao 89 anos no Rio. Ele estava internado desde o dia 3 de fevereiro na UTI.

Causa da morte foi falência múltipla dos órgãos.

O ator Jorge Loredo, o Zé Bonitinho, de 89 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (26). Ele estava internado no Hospital São Lucas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, desde o dia 3 de fevereiro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Jorge Loredo (em 400) - 1925-2015 (Foto: Ana Ottoni/Folhapress/Arquivo)Ato Jorge Loredo como Zé Bonitinho
(Foto: Ana Ottoni/Folhapress/Arquivo)

Em nota, a assessoria de imprensa do hospital informou que Loredo estava internado desde o dia 3 de fevereiro e que a partir do dia 13 foi mantido na Unidade Cardio Intensiva. “Loredo lutava há anos contra uma Doença Pulmunar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave e um Efisema Pulmunar”, disse o texto.

A causa da morte foi falência múltipla dos órgãos. Apesar da idade, até dois anos atrás o humorista continuava trabalhando e usando as redes sociais para falar com os fãs e divulgar sua agenda de shows.

Personagem
“Zé Bonitinho, o perigote das mulheres”, como o personagem de Loredo se apresentava nos esquetes de humorísticos, fez parte do enredo “Beleza pura?” da escola de samba União da Ilha, que celebrou a beleza em suas várias interpretações. Zé Bonitinho se achava um galã irresistível, sempre ajeitando a cabeleira com um pente enorme, tão grande quanto seus óculos escuros.

Jorge Loredo nasceu em 7 de maio de 1925 (completaria 90 anos em 2015) e foi criado em  Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A infância e a juventude foram marcadas por doenças graves para a época: aos 12 anos, com osteomielite na perna, sofria de dores constantes. Aos 20 anos, com  tuberculose, foi internado num sanatório, situação que acabou por lhe abrir as portas para a carreira. Incentivado pelos médicos, participou de um grupo teatral no hospital e descobriu sua vocação para os palcos.

VÍDEOS: relembre a carreira do ator

O personagem Zé Bonitinho foi criado por Loredo, inspirado num colega que se achava um grande galã. O ator costumava imitá-lo nas festas, arrancando gargalhadas. Zé Bonitinho estreou na televisão em 1960 no programa “Noites Cariocas”, exibido pela extinta TV Rio, com os primeiros textos roteirizados por Chico Anysio.

Bordões
Em 2010, ano em que completou 50 anos, Zé Bonitinho continuava na TV, no humorístico “A praça é nossa”. O irresistível personagem tinha bordões inesquecíveis, que Loredo repetia com a voz impostada de um conquistador: “Câmera, close; microfone, please”, ou “Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz!”.

Jorge Loredo e Selton Mello no set de 'O palhaço' (Foto: Divulgação)Jorge Loredo e Selton Mello no set de ‘O palhaço’, filme de 2011 do qual o ator participou (Foto: Divulgação)

No final dos anos 50, Loredo já era famoso com o mendigo filósofo que interpretava na TV Rio no programa “Rio cinco para as cinco’ e depois em “A praça é nossa”, com Manoel de Nóbrega, a quem o mendigo se apresentava com o bordão “Como vai, meu nobre colega?”.

O comediante Jorge Loredo, intérprete de Zé Bonitinho, em foto de março de 1999 (Foto: Agência O Dia/Estadão Conteúdo)Loredo em foto de março de 1999 (Foto: Agência O
Dia/Estadão Conteúdo)

O personagem usava fraque e cartola, bem esfarrapados, monóculo e luvas. O figurino, segundo contava Loredo, foi tirado de um filme em Charles Laugthon fazia o papel de um mendigo aristocrata.

O personagem surgiu por ideia de sua mãe, que na infância conhecera um mendigo elegante que ia à sua casa pedir comida, mas queria uma mesa montada na garagem com toalha de renda e tudo.

O mendigo filósofo fez tanto sucesso que Loredo teve como padrinho de casamento o ex-presidente Juscelino Kubistcheck. O que lhe valeu um bordão famoso. Ele terminava o quadro do mendigo dizendo: “Agora vou encontrar com aquele menino, o Juscelino…”.

Criou outros tipos: um italiano que não podia ver televisão porque queria quebrá-la; o profeta Saravabatana, que andava com uma cobra que dava consultas a mulheres; e o professor de português que tinha a voz do Ary Barroso.

Do G1 Rio

VÍDEOS:

Video: youtube

NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL

Dilma sanciona novo Código de Processo Civil.Objetivo é agilizar andamento de processos de natureza civil. Texto do código que estava em vigor tinha 42 anos.

Do G1, em Brasília *

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira (16) o texto do novo Código de Processo Civil, aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro do ano passado.

Elaborado por uma comissão de juristas, o texto promete agilizar o andamento dos processos judiciais, trazer mais igualdade nas decisões em casos idênticos e aprimorar a cooperação entre as partes, juízes e advogados.

A presidente Dilma classificou a sanção do novo código como um “momento histórico” porque “democratiza ainda mais o acesso à Justiça” e se “identifica com as demandas do novo país”. “O espírito do novo código valoriza a conciliação a busca de entendimentos o esforço pelo consenso como forma de resolver pacificamente os litígios”, disse.

O Código de Processo Civil (CPC) é uma lei que define como tramita um processo comum na Justiça, com prazos, tipos de recursos, competências e formas de tramitação. É diferente do Código Civil – atualizado em 2002 –, que define questões como guarda de filhos, divórcio, testamento, propriedade e dívidas. É também diferente do Código de Processo Penal – de 1941 –, voltado para o julgamento de crimes. O atual CPC (lei 5.869/1973) estava em vigor havia 42 anos.

Para o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), relator da matéria na Câmara, o novo código tem um peso maior por ter recebido a colaboração de toda a sociedade. “Este é o primeiro Código de Processo Civil aprovado no período democrático. (…) Foram anos de tramitação no Congresso com a participação de toda a sociedade”.

O ex-senador e ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo (PMDB-PB), relator do texto no Senado, o atual processo civil é “moroso” e possui “traços da ditadura”. “Hoje, ele dá os seus últimos suspiros de vida”, disse, ao ressaltar o primeiro código nascido “fora dos porões do autoritarismo”.

O ministro Luiz Fux, que conduziu a comissão de juristas que reformulou a lei, afirmou que o novo CPC permitirá ao Poder Judiciário entregar uma resposta judicial “num prazo razoável”.
Entre as inovações do novo Código estão o julgamento de causas por ordem cronológica; a audiência de conciliação no início do processo para tentar um acordo e evitar abertura de ação judicial; a cobrança de multa para quem entrar com muitos recursos seguidos; e a determinação de que decisões de tribunais superiores devem orientar casos semelhantes.

Ampla defesa
Na visão do advogado Paulo Cezar Pinheiro Carneiro, jurista especializado no tema que participou de todas as fases de elaboração e revisão do texto no Congresso, a codificação tem potencial de fazer todas as modificações sem comprometer o direito à ampla defesa e ao contraditório, garantidos pela Constituição.

“A finalidade maior do novo Código foi diminuir de um lado o tempo de duração do processo. Ao lado disso, quis prestigiar a isonomia, em igualdade de decisões sobre o mesmo tema jurídico, mantendo as garantias constitucionais”, explica Carneiro.

A finalidade maior do novo Código foi diminuir de um lado o tempo de duração do processo”
advogado Paulo Cezar Pinheiro Carneiro, jurista que participou da revisão do texto no Congresso

Entre as inovações do novo Código estão o julgamento de causas por ordem cronológica; a audiência de conciliação no início do processo para tentar um acordo e evitar abertura de ação judicial; a cobrança de multa para quem entrar com muitos recursos seguidos; e a determinação de que decisões de tribunais superiores devem orientar casos semelhantes.

O texto já havia sido aprovado pelo Senado em dezembro de 2010 e pela Câmara dos Deputados em março do ano passado, mas, em razão das mudanças introduzidas pelos deputados, teve de ser submetido mais uma vez à análise dos senadores.

De acordo com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, a cerimônia de sanção do novo Código está programada para as 15h desta segunda-feira.

O evento, que contará com a presença de ministros, parlamentares, autoridades políticas e juristas, ocorrerá no Salão Nobre do Palácio do Planalto. A expectativa é que a presidente da República discurse na solenidade.

Menos recursos
Dentre as inovações para dar maior celeridade à tramitação dos processos de natureza civil, destaca-se a redução do número de recursos possíveis durante o processo.

Se antes a defesa podia questionar qualquer decisão do juiz, incluindo a própria tramitação da ação, por meio dos chamados “agravos de instrumento”, agora todos os argumentos são concentrados numa única peça, observa Paulo Cezar Pinheiro Carneiro.

“Só em hipóteses excepcionalíssimas serão aceitos agravos de instrumento. As hipóteses em que hoje são usados ficarão para o recurso de apelação no final do processo”, explica o jurista.

Apesar de o novo Código reduzir as possibilidades de recursos, Carneiro assegura que o texto não prejudicará a defesa dos réus. “[O número de recursos previstos no novo CPC] é mais que suficiente. O número de recursos vale para você e para a outra parte. O que fizemos foi simplificar a metodologia para evitar que o processo fique parando toda hora. E a pessoa continuar com o direito a ter acesso à segunda instância, ao STJ e ao STF”.

Mais igualdade
Outra inovação, voltada para a isonomia dos processos, é a criação de um mecanismo chamado “incidente de resolução de demandas repetitivas”.

O dispositivo servirá para resolver milhares de demandas idênticas que tramitam nos tribunais relativos, por exemplo, a serviços telefônicos, rendimento da poupança, controvérsias tributárias. Assim que identificada uma causa assim, a Justiça, em menos de um ano, poderá fixar uma tese jurídica que passe a valer para todos os casos.

“É difícil para a população entender quando uma pessoa ganha um mesmo tema e outra não sai vitoriosa. Esse prestígio da jurisprudência traz uma certa segurança jurídica, no sentido de que a pessoa sabe se pode ou não buscar aquele direito”, justifica Carneiro.

O advogado, no entanto, pondera que o fato de uma solução única passar a valer para todos os casos semelhantes não deve criar o risco de as particularidades de um caso individual serem ignoradas.

Para ele, isso não deve ocorrer porque o novo CPC impôs ao juiz a obrigação de, ao fundamentar sua decisão, demonstrar se aquele caso se enquadra ou não na tese já consolidada. Além disso, a própria parte pode pedir ao juiz que reconsidere explicando por que seu caso é diferente e não pode ser decidido como os outros.

Cooperação
Uma maior cooperação entre juízes, advogados e partes também norteou a reforma do CPC, segundo Carneiro. Ele destaca mecanismos que permitem a um juiz de determinado estado pedir ao outro uma medida necessária para instruir um processo de forma mais rápida, por e-mail ou telefone, sem necessidade de uma “carta precatória”, um documento oficial.

O juiz também terá autonomia para se fixar na questão principal do processo, ficando dispensado de analisar questionamentos prévios ponto a ponto.

Um dos mecanismos, chamado “tutela de evidência”, permite que a sentença judicial saia já na decisão liminar (provisória) para garantir um direito urgente ou se houver entendimentos firmados por cortes superiores.

Inovações
Entenda o novo Código de Processo Civil e suas principais inovações:

Recursos – Retira a possibilidade de agravo de instrumento para decisões intermediárias (sobre provas, perícias, etc). Acabam os embargos infringentes (recurso apresentado em decisões colegiadas com apenas um voto contrário), mas prevê que o caso seja reavaliado por outra composição de juízes. Além disso, a cada nova instância que recorrer e perder, a parte irá pagar as custas do processo e honorários, e não somente no final do processo em caso de derrota.

Ações repetitivas – Prevê que uma mesma decisão seja aplicada a várias ações individuais que tratam do mesmo tema. Entre as ações que podem ser beneficiadas estão processos contra planos de saúde e empresas de telefonia. Nesses casos, todas as ações de primeira instância serão paralisadas até que a segunda instância tome uma decisão sobre uma amostra de casos.

Vinculação de decisões – Atualmente, apenas as súmulas vinculantes do Supremo Tribunal Federal devem ser seguidas pelos outros tribunais. O novo CPC prevê que juízes e tribunais devem necessariamente seguir decisões do plenário do Supremo em matéria constitucional e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em outros temas. Se não houver decisão dos tribunais superiores, a primeira instância necessariamente deve seguir a segunda instância (Tribunais de Justiça estaduais ou Tribunais Regionais Federais, por exemplo).

Ações coletivas – Outra novidade é que ações individuais poderão ser convertidas em ações coletivas. Antes, as partes serão consultadas sobre se aceitam a conversão do processo.

Ordem cronológica – Pela regra, os juízes terão que julgar processos pela ordem de chegada. Isso evitará que ações novas sejam julgadas antes de antigas. Situações excepcionais e causas relevantes continuam passando na frente.

Conciliação – O código prevê que a tentativa de conciliação deve ocorrer no início de todas as ações cíveis.

Divórcio – Permite a separação judicial dos casais antes de eles decidirem entrar com pedido de divórcio. Assim, os casais terão a possibilidade de reverter a decisão da separação com mais facilidade, caso desejem. O texto mantém a possibilidade de o casal partir diretamente para o divórcio, o que é previsto pela Constituição desde 2010. Antes, o divórcio só era permitido um ano depois da separação formal ou dois anos após a separação de fato.

Pensão alimentícia – Após a decisão judicial, depósito de pensão deverá ocorrer em três dias. No caso de não pagamento, o devedor será preso no regime no regime fechado, mas em cela separada, pelo prazo de 1 a 3 meses.

Reintegração de posse – Determina realização de audiência pública para ouvir todos os lados antes de decidir sobre a reintegração quando o local estiver ocupado por mais de 12 meses.

* Colaboraram Renan Ramalho, Filipe Matoso e Fernanda Calgaro, do G1, em Brasília

WHATSAPP COMO REALIZAR CHAMADAS DE VOZ

Saiba como ativar a opção de chamada do WhatsApp no Android
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    No Brasil, sistema de convites foi iniciado e encerrado diversas pelo WhatsApp
O WhatsApp tem liberado aos poucos a função as chamadas de voz no Brasil desde a semana passada. O sistema de convites foi iniciado e encerrado diversas vezes nesse pequeno espaço de tempo, mas voltou a ficar ativo na última quarta-feira (11).

No Brasil, sistema de convites foi iniciado e encerrado diversas pelo WhatsAppAs ligações estão disponíveis apenas para usuários de smartphones Android. Mas, cuidado! Algumas pessoas estão compartilhando por e-mail ou pelas redes sociais o site whatsappcalling.com, que contém um código malicioso que rouba dados do aparelho do usuário.
UOL Tecnologia testou o recurso, que ainda apresenta muitas instabilidades. O delay –falta de sincronia entre o que é dito e o que é ouvido em uma ligação–, comum em chamadas pela internet, foi o que menos incomodou. Nem todas as ligações feitas conseguiram ser completadas com qualidade esperada. Ora não era possível ouvir o interlocutor, ora a chamada era atendida, mas para quem fazia a ligação permanecia o sinal de conexão.
Se você ainda não tem o recurso habilitado em seu celular, veja abaixo o passo a passo.
Como ativar função de chamada de voz no WhatsApp
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    1.

    Atualize a versão do WhatsApp –a atualização com a recurso de chamada de voz é a versão 2.11.561, já disponível no Google Play para download. Antes era necessário baixar uma atualização em APK e instalá-la fora da plataforma.Foto: Reprodução

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    2.

    A função só é habilitada mediante um convite. Portanto, peça a alguém que já disponha do recurso que ligue para você. Vale lembrar que a ligação tem que ser realizada pelo aplicativoFoto: Reprodução

  • Reprodução
    3.

    Após receber a chamada, automaticamente uma nova aba chamada de “Ligações” aparecerá na parte superior do seu aplicativo. Você conseguirá se conectar por chamadas de voz apenas com usuários Android e que tenham atualizado a versão do app

  • UOL Foto: Reprodução

CHAMADA DE VOZ NO WHATSAPP

WhatsApp já permite chamadas por voz, mas ativação depende de ‘convite’

final de dezembro surgiram algumas informações relacionadas a uma atualização muito esperada por todoWhatsApp já permite chamadas por voz, mas ativação depende de 'convite's os usuários do WhatsApp: a possibilidade de realizar ligações pelo próprio aplicativo. Agora, os primeiros consumidores já estão recebendo a versão que traz essa opção, garantindo mais autonomia e menos dependência dos planos de voz com as operadoras.

A novidade está presente na versão 2.11.528 distribuída pelo Google Play e também na 2.11.531 que pode ser baixada pelo site oficial do WhatsApp, mas nem todos os usuários terão acesso a ela por enquanto. De acordo com algumas fontes internacionais, o recurso já está presente em quase todos os aparelhos, mas a liberação dela depende de um “convite especial”.

Habilitando o recurso secreto

Como revela o Android Police, a funcionalidade ficará bloqueada no seu celular até que outra pessoa realize uma ligação via WhatsApp para você. É dessa forma que o recurso vai sendo disponibilizado aos poucos, permitindo um maior controle por parte dos desenvolvedores para que não ocorram bugs generalizados. Se o contato não possuir suporte, uma mensagem de notificação é exibida para quem está fazendo a ligação.

É importante não confundir a opção com o botão antigo de ligações, que usava o próprio celular para as chamadas. Além de trazer um novo botão de chamadas de voz, a atualização também divide o WhatsApp em abas. Com isso, as conversas de texto ficam em uma aba específica, enquanto as chamadas de voz são enumeradas em outra, havendo também uma divisão para o acesso aos contatos.

Vale lembrar que, apesar de não haver qualquer influência nos pacotes de voz dos planos de celular, todas as ligações devem pesar bastante nos pacotes de dados — por isso é importante ficar muito atento aos limites da franquia contratada ou então realizar as ligações via WiFi. Será que a novidade vai ser suficiente para barrar os avanços de Viber e outros rivais do WhatsApp?

Importante: apesar de só termos notícias da novidade em aparelhos Android, é bem provável que os iPhones recebam o recurso nos próximos dias.

FONTE(S)]]Android Police (Rita El Khoury)
IMAGENS Android Police
VÍDEO youtube

ERIOSVALDO MEDEIROS VIAJA ATÉ EL SALVADOR – AMÉRICA CENTRAL

Sãovicentino representa Estado da Paraíba em evento internacional

O jovem do campo Eriosvaldo Pereira Medeiros, um dos beneficiários do Projeto de Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase) no Assentamento Olho D’agua, em São Vicente do Seridó, nunca viajou para tão longe. Leia mais…

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